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Lideranças feministas: os desafios das mulheres que ocupam espaços de liderança

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  Lideranças feministas: os desafios das mulheres que ocupam espaços de liderança Brígida Sodré John e Gisele Moraes Dias Alunas do Curso de Jornalismo da UFPel - Orientação Professora Sílvia Meirelles Ao longo das décadas, o movimento feminista fez com que as mulheres conquistassem diversos direitos fundamentais, como o acesso à escola e às universidades, ao voto, ao divórcio, à licença maternidade, às leis de combate às violências de gênero, entre outros. Além de permitir que elas passassem a ocupar também espaços de liderança em diversas áreas. Entretanto, a busca por equidade de gênero ainda se faz necessária, visto que o número de mulheres que conseguiram ascender a cargos de chefia ainda é imensamente menor que o número de homens. Apesar das dificuldades e dos desafios enfrentados para ingressar e prosperar no mercado de trabalho, há muitas vitórias a se comemorar. É essencial valoriz...

REDE SUL DE GARANTIA DE DIREITOS DAS MULHERES E MENINAS: Histórico

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  REDE SUL DE GARANTIA DE DIREITOS DAS MULHERES E MENINAS: Histórico     Em meados de 2021 o Grupo Autônomo de Mulheres de Pelotas (GAMP),  em parceria com a      Associação Brasileira das Mulheres da  Carreira Jurídica do RS (ABMCJ/RS), propuseram uma ampla articulação na  região sul para construir um movimento unificado e desenvolverem a Campanha dos 21 dias de ativismo pelo fim da violência contra mulheres e meninas. Os contatos para  motivar a participação dos municípios do entorno da cidade de Pelotas, aconteceu com bastante êxito,  com adesões de pessoas de diferentes áreas e territórios, que conhecendo a campanha replicaram ações propostas para esta reflexão. Contamos com o apoio dos Conselhos de Direitos das Mulheres dos municípios de Pelotas e do Capão do Leão, que aderiram à proposta, já acostumadas a trabalharem na Campanha. Destaque para o município de Pinheiro Machado, que com a adesão de sua Assistente Social  ...

Solitude e Solidão da mulher negra: um olhar sobre a sua subjetividade desde a infância

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    Por: Marcela Lima e Julia Vilas Boas      Conversamos com cinco mulheres negras que residem em Pelotas sobre as suas experiências de solitude e de solidão. Com idades e realidades diferentes, elas falaram sobre seus sentimentos e perspectivas, nos conduzindo em um exercício de reflexão sobre a solitude e a solidão da mulher negra.      A você, que ama uma mulher negra, espero que reflita ao ler e ver esses relatos sobre como essa mulher por mais confiante, forte, decidida que pareça ser, desaba em inseguranças que começam na infância e vão se espalhando durante o resto da vida. Sentir-se sozinha, abandonada, rejeitada, preterida, é algo diário na vida das mulheres negras. Ser sozinha, dá margem a sentimentos ruins como o auto-ódio e a vontade de não socializar, não se abrir para as possibilidades de deixar alguém te escolher, caindo assim, mesmo sem saber, em reclusão e solitude. Solitude da mulher negra é quando ela imerge em si mesma, se r...

GAMP, 30 ANOS E HISTÓRIA: Bate-papo com Zely Garcia e Diná Lessa

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Por Gabriela Pereira e Isabelli Marques Alunas do Curso de Jornalismo da UFPel A história do Grupo Autônomo de Mulheres de Pelotas (GAMP) é marcada pelo protagonismo de mulheres que lutaram por mudanças nas políticas públicas e na maneira como as pessoas enxergam os direitos das mulheres, ajudando a combater a violência de gênero e o feminicídio. Fundado em 1992, o grupo completa 30 anos com o propósito de atuar sob denúncias de todas as formas de violência e discriminações sofridas por mulheres em Pelotas, especialmente as domésticas. Atua, ainda, na promoção de ações de prevenção às violações contra as mulheres e de visibilidade dos direitos humanos.  Para comemorar e prestigiar o aniversário do Gamp Feminista, convidamos a matriarca Zely Garcia, de 88 anos, junto a Presidente Diná Lessa (62), para contar sobre como tudo começou, suas vivências e a forma como elas contribuíram para a vida de outras mulheres ao longo dos anos. Conhecemos um pouco da trajetória percorrida pelo GAMP...

FELIZ ANIVERSÁRIO AO GRUPO AUTÔNOMO DE MULHERES DE PELOTAS,RS

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  FELIZ ANIVERSÁRIO AO GRUPO AUTÔNOMO DE MULHERES DE PELOTAS,RS Lembra o que  você  estava fazendo em 1992?   Era o Dia Internacional da Mulher , um 8 de março do ano de 1992, um encontro de mulheres,   que desde sempre foi caracterizado por sua pluralidade em raça, classe, profissões e interesses políticos, decidiram organizarem-se em uma associação, para atuarem na área de justiça e políticas para as mulheres em situação de violência. Estavam juntas desde janeiro de 1990, por ocasião do assassinato de Luciety Mascarenhas Saraiva , filha da Jurema Mascarenhas companheira da Zely Franco, Lucia Christ, Eliana Colpo, Tania Oliveira, Nely Pinto Almeida, Tânia Guerra, Nizah Sebage, Niara Luiza Ramos de Oliveira, Neusa Ledesma e Maria da Graça Caldeira, formando a primeira diretoria do Grupo Autônomo de Mulheres de Pelotas- GAMP. Esta história completa agora 30 anos, no mesmo ritmo das melodias e dramas sociais e políticos de destaque em 1992.   Quem não lembra...